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Liderando pessoas na transformação de negócios

Posicionar os negócios requer cada vez mais o preparo para competir em mercados cada vez mais complexos e isto também requer ter equipes preparadas para encontrarem soluções inovadoras e para tomarem decisões que impulsionem os negócios na direção de estágios tecnológicos avançados.

Quando falamos em negócios, processos e tudo o que envolve o dia a dia de uma organização, acabamos nos voltando ao desafio de preparar as pessoas.

  • Como inspirar as pessoas?
  • Como criar um ambiente propício a criação do novo e o diferente?


Podemos considerar quatro grandes direcionadores a serem considerados pelas lideranças quando tratamos de preparar as pessoas para que estejam predispostas a colaborarem com a transformação dos negócios.

O primeiro direcionador é ser um líder capaz de inspirar os outros, o que envolve a capacidade de motivar, negociar, construir times e gerenciar visão e propósito.
  • Motivar os outros, significa criar um clima no qual as pessoas querem fazer o melhor, convidando cada pessoa a compartilhar a responsabilidade e a visão do todo. A maioria das pessoas é motivada quando os objetivos organizacionais são claros, razoáveis a alinhados com seus próprios valores.
  • Ter a capacidade de negociar habilmente em situações difíceis com grupos internos e externos e ter a capacidade de obter concessões sem prejudicar relacionamentos.
  • Construir times efetivos, combinando as pessoas em equipes multidisciplinares quando necessário, cria uma forte moral e espírito na equipe. Isto facilita a passar o entendimento de que o sucesso é definido em termos de conquista da equipe inteira.
  • A própria natureza das missões e visões é que elas são declarações sobre o futuro.Tornar a visão organizacional compartilhável por todos e comunicar uma visão convincente e inspirada e um senso de propósito central comum a todos ajuda a formação de visão de futuro.
  • Um bom líder que gere visão e propósito precisar ser capaz de falar sobre o futuro em geral e isto inclui o futuro da indústria e do mercado. É capaz de vislumbrar o futuro das organizações, imaginando uma série de “e se”: "E se você não precisar mais dos seus produtos?E se uma fusão for possível?A energia mais barata nos impactará?"


O segundo direcionador é ser um líder capaz ser um facilitador da criatividade, proporcionando um ambiente propício a criação do novo e diferente. Para tal deve desenvolver a habilidade de lidar com a ambiguidade, desenvolver a própria capacidade criativa, agilidade estratégica, visão e perspectiva e saber gerenciar inovação.
  • Lidar com ambiguidade, significa efetivamente lidar com a mudança, mudar de marcha confortavelmente, decidir e agir sem ter a imagem total. Equilibrar pensamento analítico com ações práticas.
  • Desenvolver a própria capacidade criativa, significa ter facilidade em fazer conexões entre noções anteriormente não relacionadas.
  • Ver à frente claramente, antecipar as consequências e tendências futuras com precisão é ter agilidade estratégica. Esta é a habilidade em prever uma imagem credível e ter visões de fatos possíveis e prováveis, usando-os como referência para criar estratégias e planos competitivos e inovadores. É a habilidade de agir.
  • Muitos líderes estão tão envolvidos nos problemas do seu dia-a-dia que não pensam de maneira curiosa sobre o futuro. Ser um visionário e um bom estrategista requer curiosidade e imaginação.
  • Perspectivas e estratégias não vêm da inteligência ou criatividade crua. Eles vêm da mente preparada, ampliada por muitas experiências, exposições e interesses variados, mas desconectados. As pessoas que possuem perspectiva de visão, geralmente obtiveram experiencias variadas e possuem um repertório de vivências, o que lhes dá mais chances de fazer conexões incomuns com novas ideias, culturas e eventos
  • O bom senso sobre quais ideias e sugestões criativas funcionarão e ter senso sobre como gerenciar o processo criativo dos outros, é requisito para o gerenciamento da inovação, possibilitando projetar como as ideias em potencial podem se desenvolver no mercado.
O terceiro direcionador é ser um líder que possua conhecimento organizacional e isto requer agilidade organizacional e conhecimento das políticas organizacionais
  • Agilidade organizacional, significa entender a origem e o raciocínio por trás das principais políticas, práticas e procedimentos organizacionais. Saber como fazer as coisas através de canais formais e da rede informal. A chave para ser bem-sucedido em progredir novas ideias e soluções através de organizações complexas é encontrar o seu caminho através dos canais formais, para alcançar o seu objetivo, com menos desgaste.
  • O conhecimento das políticas organizacionais, significa ver a política corporativa como uma parte necessária da vida organizacional e trabalhar para se ajustar a essa realidade, percebendo como as pessoas e organizações funcionam, adquirindo capacidade de lidar com situações políticas complexas de forma eficaz e silenciosa.


O quarto direcionador está na capacidade de demonstrar flexibilidade, na medida em que possui competência para lidar com paradoxos, valorizar a aprendizagem pessoal, o autodesenvolvimento e autoconhecimento
  • Lidar com o paradoxo, exige habilidade para combinar opostos aparentes, tais como: ser compassivamente duro, defender-se sem atropelar os outros, estabelecer padrões fortes, mas flexíveis. É ser visto como equilibrado apesar das demandas conflitantes da situação.
  • O líder de equipes deve antes de tudo ser “líder de si mesmo” compreendendo a necessidade de mudar rapidamente o seu comportamento pessoal, interpessoal e gerencial e de observar as reações das pessoas ao seu entorno e ajusta as suas reações, suas tentativas de influenciar e ajustando-se sempre.
  • Autodesenvolvimento, significa ser pessoalmente comprometido e trabalhar ativamente para melhorar continuamente a si mesmo, entender que diferentes situações e graus de complexidade podem exigir diferentes habilidades e abordagens.
  • Conhecer seus pontos fortes, fraquezas, oportunidades e limites pessoais é exercer o autoconhecimento. Assim, poderá ter insights de erros, fazer escolha pessoais confiáveis, praticar a autoanalise, observando seu comportamento.


Elizabeth Borges, Diretora Aleia - Soluções em Transformação de Negócios
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