• E-mail comercial@aleia.com.br
  • WhatsApp (21) 98753-8873

Ciclo de Transformação: Podemos começar com pequenas escolhas.

Se você faz parte de um grupo de pessoas que acredita no velho ditado de que “uma andorinha só, não faz verão” , no sentido de que uma pessoa agindo, modificando singularmente sua atitude, não tem poder de influência o suficiente para promover uma transformação, uma nova definição status quo, precisa repensar sua crenças.

Em 1972, o designer Buckminster Fuller utilizou uma analogia da aplicação do “trim-tab” como uma metáfora para a liderança e o empoderamento pessoal. A “metáfora do trim-tab”, faz alusão a capacidade que possuem as abas de compensação utilizadas nos lemes de barcos ou asas de aeronaves para neutralizar forças hidrodinâmicas ou aerodinâmicas e estabilizar o barco ou aeronave em um determinado rumo desejado, através de um pequeno ajuste de ângulo.

O uso metafórico, de Fuller do mecanismo de trim-tab voltou a mídia, recentemente em janeiro de 2019, quando o ator Jeff Bridges o mencionou durante a cerimônia do 76º Globo de Ouro, fazendo uma analogia sobre a capacidade de um indivíduo afetar a sociedade a qual está conectado.

Em outras palavras, a metáfora do trim-tab, de forma inversa ao ditado da andorinha solitária, nos faz acreditar que cada indivíduo pode, sim ser um agente de transformação.
Mas para ser um agente de transformação, primeiramente, é necessário compreender como funciona o Ciclo de Transformação e como reagimos e nos comportamos diante das mudanças. Entre a conduta vigente e a adoção de um novo comportamento temos, cada um de nós uma jornada, um ajuste de rumo e uma série de pequenas escolhas, mudanças de atitudes, crenças e valores que, em conjunto irão viabilizar a transformação.

As transformações requerem mudança de conduta e valores. Ainda que o tempo de duração dos ciclos de transformações variem de pessoa para pessoa, de acrodo com suas cernças, valores, limitações, cultura, geração, enfim, fatores diversos, podemos considerar que toda e qualquer mudança precisa de tempo e isto é um fato na natureza humana e de tudo mais que vemos no planeta. Este tempo, pode ser compreendido em estágios de reação. Mas, primcipalmente é preciso: Escolher mudar!

A Transform-Action (https://www.linkedin.com/company/transform-action/) , em seu modelo de Ciclo de Transformação destaca quatro estágios de mudança pessoal.
 

  • 1º Estágio: Mudanças geram desconforto, está é razão pela qual ao se tomar consciência de uma mudança a primeira reação é a negação. Ainda que em alguns casos este período seja breve, a primeira reação geralmente é a negação.
  • 2º Estágio: Independente da reação da negação ter sido breve ou longa, é o momento em que o indivíduo em processo de transformação, toma si a responsabilidade, podendo ser mais ou menos resistente, dependendo do grau de resiliência de cada um.
  • 3º Estágio: Uma vez consciente da mudança, é natural, explorar, procurar avaliar prós e contras, impactos e facilidades que a mudança traz, o que dá inicio à novas formas de pensar e atuar. É quando se escolhe aderir a mudança e agir de forma proativa. Quando se escolhe: deixar de ser reativo para se tornar proativo!
  • 4º Estágio: Quando novos conceitos, valores e novas condutas, são interiorizadas e a mudança, integrada ao viver.
Uma das abordagens que pode ajudar a encarar grandes transformações e a adotar um posicionamento flexível com nossos pensamentos., é o “princípio dos pequenos ajustes”, contido no livro Agilidade Emocional de de Susan David, PhD.
Susan David, nos fala que o “princípio dos pequenos ajustes”, quando aplicado para ajustar as partes rotineiras e habituais de nossas vidas, podem por meio de repetição proporcionar grandes mdanças. É como se os pequenos ajustes fossem as trim-tabs nos lemas de nossas vidas, que uma vez, acionadas em cada um de nós é capaz de nos conduzir a grandes transformações.( https://www.linkedin.com/pulse/agilidade-emocional-o-t%C3%ADtulo-%C3%A9-atrativo-e-conte%C3%BAdo-mais-borges-pmp/)

Quando nos transformamos, servimos referencia, de espelhos para os que nos cercam. Nosso reflexo é visto e sentido por aqueles com quem convivemos e se os resultados positivos começam a surgir, passamos a ser seguidos ou imitados.

É assim que cada indivíduo se torna um agente de transformação


Por Elizabeth Borges, PMP
Diretora Aleia

Referencias:
Buckminster Fuller Institute (BFI): (https://www.bfi.org/)

Agilidade Emocional, Susan David, Phd., Editora Cultrix (https://www.linkedin.com/in/susanadavidphd/)

Transform-Action ( https://www.linkedin.com/company/transform-action/)